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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Casa nova, vida nova: a compra

Olá gente, tudo bom?
Espero que estejam bem!
Eu aqui estou vivendo as alegrias e angústias da compra de uma casa nova. As alegrias são muitas: um espaço maior, um quarto para minha filha, uma moradia mais perto do centro de Natal. Mas as angústias também existem, desde o fantasma da mudança, passando pela estranheza da vizinhança e pelos novos desafios que a nova morada trará.


Mesmo assim, busquei entender que todo esse processo é natural, afinal, faz doze anos que comprei casita e fui ao longo do tempo adaptando cada espaço para tornar mais parecido comigo. O medo da transformação no viver é gigante, mas preciso entender também que a mobilidade faz parte da vida e que às vésperas dos quarenta anos preciso construir uma nova identidade, diferente pois agora será de mãe que abdica de seu home office para ter um espaço para a filha que a cegonha irá trazer.


Então esse post de hoje é para falar um pouco do processo da compra. Ainda não vou colocar as fotos, pois a reforma ainda não teve início e quero que acompanhem o antes e o depois. Combinado?
Quando eu casei com amor-marido em 2010 já tinha comprado casita fazia cinco anos. Tanto que os móveis e objetos de decoração tinham muito a minha marca e levou algum tempo para que algumas coisas parecessem um pouco com ele. Os enteados-filhotes tiveram mais sorte pois ganharam um quarto só deles e de certa forma, consegui deixar o espaço longe de minhas delicadezas femininas (risos).
Porém, foi após o início do processo de gravidez biológica que percebemos que seria necessário mais espaço para um novo filho e filha e em 2014 começamos nossas preocupações sobre a compra de uma nova casa. Como não engravidei, demos início ao processo de adoção e permanecemos com a ideia de que uma nova família exigia uma nova morada. Foi no ano passado que recebemos de presente de minha sogra o capital necessário para a entrada do novo lar e começamos a nossa pesquisa, que foi breve demais, pois logo meu marido se apaixonou por uma casa, sem sequer se preocupar com os desafios da nova vizinhança.

Assim, após achar a casa, o segundo passo foi procurar um agente da Caixa Econômica através de um Correspondente. A empresa fez todo levantamento da documentação, mas após a avaliação do engenheiro, o processo foi interrompido. Procuramos então a própria agência da Caixa e retomamos o processo de compra através de um financiamento.
O normal é o processo durar de 45 dias até 60 dias, mas o nosso durou ao todo 100 dias aproximadamente.
A compra da casa aconteceu no final de janeiro e estamos na fase de registro do imóvel que deve se encerrar na semana que vem, quando começaremos de fato a reforma.
Aos poucos vou compartilhando das transformações com vocês e torcendo mesmo que minhas angústias se dissipem e sejam apenas euforia. Por fim, que possamos viver uma vida plena de amor, harmonia e união na nova casa e que muito em breve eu possa torná-la nosso lar, doce lar.
Contem se já viveram as alegrias e angústias de uma mudança de casa!

Um beijo de luz para vocês.
Andreia Regina


quinta-feira, 14 de junho de 2012

O lar está onde o coração está: fim da reforma.

Já teve a sensação de tirar um peso dos ombros? E conseguir respirar aliviado? Não tem nada igual.
No dia que tomei a decisão de vender meu Karro Zé Pretinho para investir na reforma da casa, não imaginava que demoraria tanto até ver tudo organizado e definitivamente em seu lugar.
Olho e sinto que mudamos de casa. É uma impressão maravilhosa.
http://www.porterfieldsfineart.com/RichardDeWolfe/homeiswheretheheartis.htm

Minha única tristeza é o piso que comprei da marca Escurial revestimentos cerâmicos. Após eu escrever um e-mail relatando o ocorrido, eles pediram os meus dados, o endereço da casa e disseram que eu esperasse para um técnico avaliar os danos no lote de piso cerâmico que comprei. Isso faz quase quatro meses. Será que ainda vão aparecer? Duvido muito.

Casa de alvenaria:

http://www.fotosdecasas.com.br/

Mesmo assim, o meu sentimento é de dever cumprido. Abri mão de um bem móvel, mas investi em algo que desde o dia que comprei já se valorizou 100%.

Casa Tuareg em Timbuktu.

http://warearthissue2010.blogspot.com.br/2010/09/tuareg-people.html

Nós também tínhamos a opção de guardar o dinheiro da venda do carro e deixar render na poupança para dar entrada em um imóvel na planta. Mas li uma matéria muito útil explicando como é mais vantajoso reformar um antigo imóvel que partir para um novo financiamento e assim fizemos.

Casa tradicional dos nativos norte-americanos: 

http://www.texasbeyondhistory.net/tejas/fundamentals/images/ic-house2.html

A lista da reforma é longa e não vou dizer para vocês o que fiz, o que quero dizer para vocês é que invistam na sua casa. Ela é o seu lugar no mundo, mesmo sendo nova, velha, própria, alugada, de alvenaria, de madeira, apertamento, mansão, casinha, casarão.

Moradia tradicional da Islândia. 

http://www.homedit.com/beautiful-and-green-icelandic-turf-houses/

Durante muitos anos eu tive casa, seca, pura, fria. Era mais um depósito para minha cama e meus livros do que qualquer outra coisa, mas desde 2008 que venho construindo algo novo, diferente, que pode ser meu castelinho fortificado ou minha tenda no meio do deserto, ela pode assumir a forma que eu quiser, mas o mais importante é saber que ela é meu lugar no mundo.

Palafitas no rio Amazonas:

http://www.trekearth.com/gallery/South_America/Brazil/North/Amazonas/Manacapuru/photo1115529.htm

Assim espero ver se estimulo alguém a fazer uma economia seja para construir, organizar ou reelaborar o famoso lar doce lar. Contem suas ideias de reforma e decoração e podem ter certeza, O lar está onde o coração está!


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