sábado, 28 de janeiro de 2017

O poder da mandala

Olá gente!
Tudo bem com vocês?
Espero que sim. Aqui estamos todos de volta ao trabalho e aos estudos, mas com as energias renovadas e a fé fortalecida. E algo que tem chamado minha atenção nos últimos dias é sobre os ensinamentos das culturas orientais para que possamos viver melhor no presente.
É comum ver que nós ocidentais tomamos parte da cultura oriental e damos novos sentidos. Um caso bem interessante é sobre o poder da mandala em nossa imaginação. Basta ver a quantidade de livros de pintura para adultos, também chamados de livros antiestresse ou arte terapia e que têm como tema principal a pintura de mandalas. Eu mesma presenteei minha amiga Catarina com um deles algum tempo atrás. E quem não conhece e quer se divertir ou relaxar com eles, vejam quantos podemos encontrar em livrarias e bancas de revistas:








A questão principal é: qual o poder da mandala? conhecemos todos os seus significados originais? sabemos de sua importância nas culturas hindu e budista tibetana?
Bom, a partir de uma pesquisa breve em alguns dos meus livros sobre simbologia e psicanálise, trago algumas breves explicações que podem ajudar quem tiver interesse de se aprofundar nesse lindo tema.
Inicialmente, a palavra MANDALA vem do sânscrito e significa "círculo". O círculo por sua vez simboliza a totalidade, o todo seja ele cósmico, espiritual ou psíquico. O objetivo principal da mandala é conduzir a pessoa na meditação daí vem a importância da existência de símbolos com significados especiais em cada tradição religiosa. Para Brenda Mallon, a mandala significa ainda harmonia, equilíbrio e uma jornada para a iluminação pessoal.
A mandala também é uma representação do cosmos e da consciência e serve para o progresso espiritual, segundo Claire Gibson. As diversas formas que aparecem numa mandala, como círculo, centro, quadrado, triângulo para cima ou triângulo para baixo possuem sentidos especiais dentro das crenças hindus e budistas. O círculo por exemplo simboliza o universo ou o eu.
Dessa forma, a mandala é um auxiliar para a grande transformação pessoal, principalmente quando reúne os elementos simbólicos necessários para a meditação que auxilia a progressão. Manfred Lurker oferece a descrição de uma mandala ideal para meditação segundo a tradição budista. Após essa minha incursão pelos sentidos da mandala, nunca mais olharei uma da mesma forma e vou procurar uma representação para colocar em meu espaço zen, em breve.
Para quem quiser saber mais, pode procurar nas referências que cito no final do post e explorar os links abaixo das imagens.
Espero que aja um novo despertar para cada um de nós nesse novo ano, novo tempo e começo de novas transformações planetárias.
Não esqueça de deixar seu comentário, meu coração fica grato pela gentileza.
Um beijo de luz:
Andreia Regina


Imagem: Via Pinterest.







http://ktc.org.br/blog/2013/12/1575/
Monges produzindo mandala com areia colorida.

PARA SABER MAIS:

GIBSON, Clare. Como compreender símbolos. Guia rápido sobre simbologia nas artes. São Paulo: SENAC, 2013.
JUNG, Carl G. O homem e seus símbolos. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2008.
LURKER, Manfred. Dicionário de simbologia. São Paulo: Martins Fontes, 2003.
MALLON, Brenda. Os símbolos místicos. Um guia completo para símbolos e sinais mágicos e sagrados. São Paulo: Larousse do Brasil, 2009.






sábado, 21 de janeiro de 2017

Férias com a garotada: dicas espertas

Olá gente, tudo bem?
Espero que sim!
Ainda estão curtindo as férias?
Ou já estão voltando ao trabalho e às aulas da garotada?
Baía dos Golfinhos. Tabatinga, RN. Imagem: Andreia Regina
Aqui, enquanto professores da rede privada, retornamos sempre no final de janeiro, então, é preciso aproveitar as primeiras semanas do mês para curtir com a garotada uns dias de folga.
Nesse ano tivemos a ideia de alugar uma casa de praia por temporada pelo Airbnb e mais uma vez a experiência foi excelente. A praia escolhida foi a bela Tabatinga, que fica apenas alguns quilômetros de distância da capital, localizada no município de Nísia Floresta.  

Um pouco da beleza de Tabatinga-RN. Imagem: Andreia Regina

E a casa que ganhou nosso coração foi um sobrado encantador, com uma decoração rústica e ao mesmo tempo com alguns móveis do estilo colonial. Quem tiver interesse, manda um e-mail para o blog que indico esse maravilhoso lar na praia: blogterapiadacasa@gmail.com
Sala de estar. A TV não ligada uma única vez.
Lindo centro de mesa. Imagem: Andreia Regina.
São sete dicas que podem ser úteis para as próximas férias ou miniférias.
1- Distância de computadores e smartphones:
De olho nos garotos. Imagem: Andreia Regina
Na escolha da casa preferimos um lugar que oferecesse os atrativos naturais e permitisse mais interatividade entre a família, então, disponibilizamos a internet em apenas um smartphone e os meninos não tiveram acesso. Ganhamos em qualidade de comunicação e distração.
2- Livros para ler na rede:
Cada um de nós quatro nos colocamos metas de leituras. Eu cumpri com a minha, que era finalizar um romance histórico que comprei em Lisboa chamado “Filipa de Lencastre. A Rainha que mudou Portugal, da sensacional escritora Isabel Stilwell. Também li “Contos de fadas. Símbolos-Mitos-Arquétipos, da professora Nelly Novaes Coelho.
Meu enteado mais velho devorou quatro livros de literatura fantástica e o pequeno enteado releu o livro que levou. Meu amor-marido leu os dois volumes do “Ciclo das Trevas”, do escritor Peter V Brett. Então voltamos todos bem satisfeitos por fazer leituras agradáveis.
3- Jogos de tabuleiros favoritos da família:
Sem os computadores e smartphones para fazer a concorrência desleal, os jogos de tabuleiros foram o grande sucesso na casa de praia, com sessões de jogos pela manhã e depois do jantar. Os meninos escolheram Monopoly, e War Mitológico e eu preferi Quest, único que ganho deles. Foi diversão garantida para toda a família e sempre ficava um gostinho de revanche para o dia seguinte. Certeza que animação não faltou.
4- Lanchinhos e sucos:
Na praia de Tabatinga o sucesso era o Picolé de Caicó, feitos com sabores de frutas ou de chocolate. Quando o moço gritava “Picolé de Caicó” o alvoroço na casa era grande, mesmo todos sabendo que ele ou outro voltaria uma ou duas horas depois e passaria na nossa porta. Além dos biscoitos e salgadinhos que liberamos nas férias, as crianças deviam comer frutas e tomavam muito suco na hora do lanche. Alimentação saudável é essencial, mesmo na praia.
5- Cuidado redobrado:
Na praia temos sempre que redobrar os cuidados com as crianças, pois além dos riscos do banho de mar em águas com correnteza, é comum problemas em casas com piscina, assim, limitamos as idas para praia apenas na presença de um adulto e o banho de piscina apenas enquanto a gente estava na varanda. Posso garantir que tudo transcorreu muito bem, até porque os meninos seguiram as recomendações dadas.
6- Roupas confortáveis:
As roupas de praia com proteção contra os raios solares são realmente muito úteis. Enteado filhote usou uma que sua mãe presenteou e passou boa parte do tempo protegido. Em casa, sempre roupas leves, o que amenizava o calor e permitia mais conforto.
7- Maletinha de primeiros socorros:
Um kit para uma dor de cabeça, um machucado ou um mal-estar é sempre garantia de mais segurança. Preparei uma pequena maletinha com cremes para problemas na pele, analgésicos, antitérmicos e antissépticos para qualquer urgência, que felizmente não aconteceu. Mas, seguro morreu de velho, então, vale a pena esse cuidado extra.
Nossa foto sem pose. Imagem: Gentileza de Guia de turismo.
E por fim, lembrar de curtir a praia com tranquilidade, pois com as crianças conscientes sobre os cuidados que devem tomar na hora do banho de mar ou piscina, todos voltarão para casa renovados graças às miniférias.
Então um grande abraço, muita luz e até loguinho.
Beijos: Andreia Regina


quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Novo ano de novo: o que desejar?

Olá queridas e queridos, feliz ano novo para vocês, que possamos reforçar nossos corações com a fé no futuro e amor ao próximo.

Ao longo dos meus 39 anos de idade, nunca tinha vivido um ano tão desafiante, instigante e decepcionante como 2016. Oxalá que tudo já tenha passado e que nesse 2017 possamos viver melhores relações, melhorar nossas metas e construir novos sonhos.

Eu passei a última semana de 2016 refletindo muito sobre os rumos que minha vida tomou nos últimos dez anos e fiquei impressionada sobre o quanto investi em quantidade no lugar de qualidade. Parece que a onda de exigências sociais e novas necessidades fabricadas (mal do novo século) me intoxicou de tal maneira que estava vivendo todo esse tempo pensando no futuro e esquecendo o presente. No Natal falei sobre ser presença naquela data, pois continuo pensando da mesma maneira, só que agora minha perspectiva é mais intrapessoal, centrada em minha essência. A minha ideia hoje é fazer um convite para que vocês possam refletir comigo sobre a importância maior de ser no lugar de ter.


Foi assim que refiz minha programação dos últimos dez anos e descobri que perdi mais do que ganhei, que fracassei mais do que venci e acima de tudo, que projetei tantas coisas para o amanhã que nem vi passar direito o ontem. Isso acontece porque desejamos atingir uma meta que pode ser interessante para determinadas pessoas, mas que pode soar como algo falso, quando tomamos pra nós, afinal, não existe fórmula para o sucesso ou a felicidade, mas existe caminhos únicos que podem nos conduzir para as duas coisas, sem obrigatoriamente passar pelos anseios, cobranças e expectativas dos outros.
Então, o que vou desejar para 2017? que cada um de nós possamos ser mais do que ter, que possamos ler mais livros, ouvir mais música, ter mais manhãs na praia ou no campo com a nossa família, que saibamos valorizar o poder da prece, que estejamos presentes inteiramente diante das pessoas, e não mediados por uma tela preta.
Meu desejo maior é que o presente seja de paz e esperança e que assim, o futuro será sempre de amor e alegrias, apesar dos dissabores que fazem parte de nossa jornada no planeta Terra.
Um abraço fraterno para vocês e que o Pai Celestial em sua infinita bondade cuide de cada um de nós.
Um cheiro e até logo:
Andreia Regina



domingo, 25 de dezembro de 2016

Ser presença

Hoje quero lhe falar da importância do Natal enquanto festa da presença. Imagine que todos os anos estamos muito preocupados em dar presentes no lugar de ser presenças e as vezes também esquecemos de permitir apenas boas presenças ao nosso lado. Também nos ressentimos por aqueles que não estão perto para ganhar nosso presente, quando na verdade a gente devia agradecer pelo presente daquela pessoa na nossa vida.
Também precisamos ser gratos por aqueles ou aquilo que preferimos deixar partir, pois sua presença já não era salutar em nossa vida.
Jesus se faz presente em nossas vidas mesmo quando mal percebemos sua presença. É ele quem nos presenteia compartilhando do amor e misericórdia do Pai Celestial e nos dizendo que sempre existe esperança e consolo para os bons, os aflitos e os justos.


Então nesse dia de Natal permita que a luz de Jesus se acenda cada vez mais forte no seu coração e acredite no futuro, tenha fé em Deus e faça um novo ano de presente para você. Muita paz e luz em 2017.
São os desejos de Andreia Regina e Família!

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Aumentando a família: o processo de adoção

Olá gente, tudo bem? Espero que sim. Eu estou por aqui atolada em provas e correções, porém feliz que em breve as férias chegam e descanso com meus amores.
Falando em amores, dizem que família é tudo, e isso é extremamente real. Quando nascemos, já somos sujeitos carentes de afeto e necessitamos de afago e amor para nos desenvolvermos como pessoas sadias e amáveis.

Obra de Katie Berggren

Entretanto, nem toda família biológica implica reencontro de almas. Muitas vezes parece que se nasceu na família errada diante de tantos conflitos que se apresentam nos relacionamentos. A verdade é que todos precisam ser adotados em afeto e sentimento e apenas os laços de sangue não são uma garantia de nascimento espontâneo desse amor.
Enquanto adotante e futura mãe, tenho sentido na pele e no coração os dissabores e alegrias de ter escolhido uma gravidez invisível ou como chamam, uma maternidade afetiva. Ao dissabores estão na espera prolongada, que para nós já tem 14 meses, desde a entrega de todos os documentos junto à Vara de Infância, Juventude e Idosos da nossa Comarca. Também existe o dissabor no olhar que algumas pessoas nos lançam, numa espécie de crítica pela nossa decisão da adoção.
Mas as alegrias já são tantas que superam a tristeza. Temos já certeza da chegada de nossa filhinha. E eu já rezo por ela, para que seja protegida pelo seu anjinho da guarda, enquanto não nos encontramos. Existe também alegria em saber que nosso amor será multiplicado e que a fonte dessa matemática simples é a vinda da cegonha com a nossa bebê.

Assim, para quem quer aumentar a família pelo coração, sugiro muita leitura de obras escritas por conhecedores dos caminhos da adoção. A leitura tem me ajudado bastante a entender a construção dos vínculos entre mães, pais e filhos do coração.

Muita luz e muita paz:
Andreia Regina 

terça-feira, 22 de novembro de 2016

O ano da separação


2016 foi um ano de rupturas, quebra de paradigmas e mudanças de toda ordem, mas um dos elementos mais comentados na área dos relacionamentos foi a quantidade de separações, iniciadas no mundo das celebridades, mas também mais comuns no cotidiano nosso de cada dia, atingindo pessoas amigas, parentes e colegas de trabalho.
 

Eu já passei pela ruptura de um relacionamento longo e de fato, aprendi que o tempo é o melhor remédio. Olhando por outro lado, percebo que algumas separações são necessárias, pois no caso das famílias, alguns casais se juntam apenas para dar o melhor de si para os filhos e por essa razão, quando eles não se afinam mais, é melhor a separação do que um casamento conflituoso que faz mais mal do que bem para todos e todas.

Por mais dolorosa que ela seja, a separação as vezes é o ponto final de uma missão que começou na concepção dos filhos, mas que se faz urgente para que cada um busque novos sentidos e outras metas em sua vida. Meu objetivo aqui não é fazer a apologia do divórcio ou da separação, mas lembrar que a ruptura também é importante para que cada parte recomece uma nova jornada.
 

Inicialmente, cada um precisa reaprender a viver consigo mesmo. Dividir a vida com outra pessoa é muito mais do que dividir uma cama ou um sofá, por isso é importante relembrar quem a pessoa era antes do outro, o que ela fazia quando estava sozinha em casa, que gostos possuía e que não lembra mais, quais amigos eram mais chegados e por qual motivo eles não são mais.
 

A chave para o recomeço está dentro de cada um. Tenho certeza que se você se reconectar com sua essência, algumas gavetas do passado vão ser reabertas e vai lembrar que você pode continuar existindo, depois da separação, até porque todo mundo começa sua jornada sozinho e precisa continuar sua trajetória por si mesmo ou pelos filhos que são o resultado do relacionamento.

Eu penso que se um dia eu me separar de meu marido, eu faço desse mau momento uma nova oportunidade de me reinventar, mudo a cor do cabelo, mudo de casa, quem sabe de cidade, mas precisamos nos reequilibrar de alguma forma e se não for possível fazer isso só, buscar ajuda de um especialista para ajudar nessa reelaboração.

Tem uma frase de Oscar Wilde que nos ajuda a pensar muito sobre autoestima:
 

Ou seja, o único amor que dura para o resto da vida é o amor próprio. Então se não sabe onde o seu foi parar depois de tanto tempo de relacionamento, jogue um balde no poço de suas emoções e memórias e resgate quem você é de melhor e recomece a viver.

Um forte abraço com muita paz e luz!

Um ótimo recomeço.

sábado, 19 de novembro de 2016

Existe vida fora do Facebook?

Olá gente, tudo bom com vocês?
Eu estou legal, mesmo diante de tudo que acontece no mundo a nossa volta. Hoje no nosso divã vamos conversar um pouco sobre exposição nas redes sociais e o poder das novas mídias em nossas vidas.
Alguém pode perguntar que tema é esse no nosso momento de terapia, mas estamos precisando mesmo falar sobre o quanto as novas tecnologias estão impactando nossa vida, nossa rotina e nossa família.
Inicialmente quero dizer que sou admiradora da inventividade humana. Investigo faz tempo essa temática e já ministrei disciplinas na pós-graduação sobre cibercultura e novas mídias.
Um dos livros que eu acho bacana para quem quer aprender sobre a evolução dos meios de comunicação é Uma história social da mídia: de Gutemberg a internet, dos historiadores Asa Briggs e Peter Burke. Fica a dica para quem quiser se aprofundar na discussão.

Como sou uma imigrante digital, foi apenas na transição do século XX para o século XXI que comecei a ter contato mais forte com a internet e o computador. Depois eles se transformaram em importantes ferramentas para meu trabalho e diversão. Em 2005 entrei no Orkut, atendendo ao convite da filha de uma amiga. Em poucos meses já tinha quase mil amigos, a maioria ex-alunos e adorava receber os depoimentos e ver as comunidades abertas para mim por eles.
Em 2007 li uma matéria numa revista de grande circulação sobre uma nova rede social norte-americana que estava chamando atenção das celebridades: Facebook. Curiosa, fiz meu perfil e na época as postagens eram em inglês, pois apenas meus penpals (correspondentes estrangeiros) usavam a mesma rede. Porém nos anos seguintes, o Orkut foi perdendo sua força e o Facebook conquistando novos adeptos, de forma que em pouco tempo, muitos já tinham migrado de uma rede para outra. Eu permanecia nas duas, mas com mais atenção para o Facebook.


E aí, comecei a perceber que as coisas tinham sido modificadas drasticamente. Não era apenas uma mudança de uma rede para outra, as pessoas passaram a usar a nova rede em busca de compaixão pelas suas dores, likes para suas fotos e enviar indiretas ou diretas grosseiras e má educadas, que jamais fariam frente a frente de seus desafetos temporários. Rapidamente, a nova rede se configurou em um espaço de super exposição de problemas, de hábitos de consumo, ataques religiosos e políticos e pior, de uma realidade falseada e maquiada.

Enfim, depois de tantas reflexões, eu e meu amor marido deixamos o Facebook e fomos viver a vida de antes das redes sociais. Reaprendemos o valor de acompanhar boas séries, de visitar sites e blogs legais, retomamos o hábito da leitura antes de dormir, trouxemos para as crianças a importância dos jogos em família, desde Detetive e Quest até Jogo da Vida ou War Mitológico, voltamos a convidar nossos amigos para tomar um café conosco em nossa casa e melhor, reduzimos bastante a exposição de nossas vidas e dos meninos para pessoas estranhas. Ou seja, relembramos que existe vida fora do Facebook.

Não custa nada cada um tentar também. Nem tudo de bom ou de ruim que acontece em nossas vidas precisa ser compartilhado com uma multidão que em nada pode nos apoiar ou ajudar. No fim das contas, a chegada na maturidade me ensinou que nossos melhores amigos contamos entre os dedos das mãos, não entre seguidores ou amigos do Facebook.



Um super abraço para vocês. Vou ali na feira livre ver pessoas, sentir aromas e me abastecer dos frutos da terra.

Beijos e muita luz.
Andreia Regina

 


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